Pois é, meus caros, isto anda um bocado pró morto, então eu inventei um joguinho para aquelas noites. Poker Indio e o Capitão já não dão pica.

Chama-se “Jogo das Cartas do Ibus” ehehe

E é assim:

Exemplo de jogo para 4 pessoas:
(pode ser jogado com qualquer numero de pessoas)

Retiram-se cartas de um baralho, no dobro do número de pessoas que participam, mais uma. Neste exemplo seriam 4+4+1. As 4+4 cartas seriam divididas em número igual por pretas e vermelhas (4 pretas e 4 vermelhas) e a carta extra é retirada à sorte do baralho, sem ninguem ver a sua cor.

As 9 cartas são baralhadas, e distribuem-se 4, uma por pessoa, sem nunca ver a cor da carta extra.

Toda a gente vê a carta das outras pessoas, mas ninguem vê a sua carta.

O objectivo é que cada pessoa tente adivinhar a cor da sua carta.

mas…

- se ninguem tentar, bebem todos.

- se alguem tentar e falhar, bebem todos.

- se alguem tentar e acertar, nao bebe ninguem, mas a pessoa que acertou ganha um ponto.

- se alguem tentar e acertar, então, depois, um a um, a partir do que está à direita do que já acertou , todos podem tentar também, e se falhar, todos menos a pessoa que já acertou, BEBEM! (os que acertarem desta forma não ganham pontos, só que têm a oportunidade de não beberem nesta rodada.) Se acertar passa a vez ao da sua direita, sucessivamente, até alguem falhar.

No final sao contabilizados os pontos. (se quiserem pode ser definido um numero máximo de pontos, ver no fim)

Exemplo:

Ana – 8 pontos

Eu – 6 pontos

Dani – 3 pontos

Pedro – 1 ponto

A ana ganhou com 8 pontos, entao toda a gente tem de beber mais 8 vezes!!

MAS

A essas 8 vezes, subtrai-se o numero de pontos que cada um tinha. Ou seja:

A Ana não bebe. (8-8=0)

Eu bebo 2 (8-6=2)

A Dani bebe 5 (8-3=5)

O Pedro bebe 7!!! (8-1=7)

Final? TODOS BEBADOS!! AHAHA

Explicaçao: eu sei que há pelo menos 4 pretas e 4 vermelhas. Eu vejo as outras 3 pessoas com cartas, e mesmo que todas tenham uma carta preta (ou seja, 3), eu não sei se tenho preta ou vermelha, porque sei que no baralho ainda haviam 4 cartas pretas e mais uma vermelha, e ainda mais uma que eu não sei a cor!!!

Ou seja, eu sei que tenho mais probabilidade de ter uma preta do que uma vermelha (4 para 1), e ainda tenho de jogar com a probabilidade da outra carta que nao sei a cor, fazendo das probabilidades:

4 pretas e 2 vermelhas; ou;

5 pretas e 1 vermelha!

Mas será que vou arriscar e dizer que tenho uma preta? é q assim toda a gente bebe e vão-me caír em cima… Mas se não arriscar não ganho aquele ponto que pode fazer com que beba menos no final… hmmm

É importante ter a carta “mistério”, porque nunca ninguem dificilmente alguem vai saber de que cor é, e dá sempre mais um pouquinho de dúvida.

É possível saber qual é a carta mistério, se se tiver atenção e ver que cartas já sairam e de que cor eram. Se eu vir a outra carta diferente, que nao foi posta no baralho, na cabeça de alguem, guardo essa informaçao como trunfo para mim, e nao digo a ninguem =))))

Pode-se definir um número máximo de pontos, exemplo 5, e um numero máximo de rodadas, exemplo, 15.

Se ninguem atingir esse numero de pontos até ao fim das rodadas, toda a gente bebe 5 vezes, menos os pontos que acumularam durante as 15 rodadas. Se eu tenho 2 pontos, só bebo 3 vezes (5-2=3).

Algumas contas:

Numa sessão de 15 rodadas, com maximo de 5 pontos, uma pessoa que não faça nenhum ponto bebe num máximo 20 vezes (isto se em todas as rodadas alguem arriscar). Senão, bebe um minimo de 5 vezes!

Assim já ninguem fica sobrio ;)

PS: convém jogar com copos pequenos de vinho senão não se acaba o jogo! :p
PS2: se quiserem joga-se sem a carta “mistério”… eu deixo =)
PS3: para apimentar mais um pouco, pode-se sempre baralhar de novo e tirar novas cartas a cada rodada, assim nunca se sabe qual é a carta “mistério”.

Está a chegar a cerimónia que vai marcar o fim dos nossos dias na UBI. Apesar da Covilhã ser uma aldeia no meio da serra, por vezes confunde-se com uma metrópole, pois passam-se dias que não nos pomos os pistes em cima :p

Como não consegui entregar uma fitinha a todos, quero aqui deixar-vos votos das maiores Felicidades, que tenham muito sucesso neste mundo de sonhos que é o Cinema.

Parabéns Finalistas!

Todos conhecem esta expressão. O Cinema é a Sétima Arte. Mas será que todos sabem porquê?
Eu pessoalmente não sabia… Já tinha esta dúvida há alguns anos, mas só hoje é que me decidi a pesquisar.

“Tradicionalmente se distinguiam, até o início do Século XX, seis artes maiores: arquitetura, dança, escultura, declamação (que inclui teatro e literatura), música e pintura. A inclusão do Cinema neste rol se deu em 1912, quando o italiano Ricciotto Canuto cunhou a denominação “Sétima Arte” para designar a nova forma de expressão, então com pouco menos de duas décadas de existência, e que começava a se desenvolver graças às iniciativas pioneiras de Georges Méliès, David Wark Griffith e Edwin Stanton Porter.”

in Ninho do Fênix

Foi o que ouvi dizer na noite de ventania que assolou a Covilhã e arredores. Mas esta história não fica por aqui. Uma semana depois era possível vislumbrar esta visão na entrada do nosso conhecido “Cava”. Será que o diabo perdeu o “chusso”?

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De maneiras que é assim…

Numa tarde chuvosa, mas nao menos bela e curiosa por isso, dois ribatejanos fortes como o aço decidem “fazer-se” à estrada… A lady preparadíssima espera anciosamente a chegada do famoso BEZOIRO, mas é surpreendida com a chegada a penantes do seu propietário.. De maneiras e modos que ele lhe conta que o carro não pega, engasga-se constantemente e nada..Decidos dirigem-se à AGIP com um único objectivo: atestar uma garrafa de litro e meio de 95… Correm apressadamente para a Rua da Saudade e com a ajuda do Grande Homem do Berço e um gentil Serrano empurram o famoso popó até este dar o ar da sua graça..Foi uma tarefa difícil, mas.. ufff superada..Diga-se de verdade: somos Cinemáticos de força….

Pois é, pessoal. Não pensem que vou passá-la em valhelhas ou no paúl. Já há algumas propostas bem interessantes.

É de começar a decidir se é para ir ou não. O mais rápido possível. Inteirem-se lá das possibilidades e confirmem, quem estiver mesmo interessado em ir.

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Pois é, meus caros. Chegou hoje a Bíblia – “Pro Evolution Soccer 6 – The Expert Guide”.

Pormenor da Encadernação - Letras em DouradoA BibliaInterior e DVD

E trás um DVD e tudo. Quando é o próximo torneio então?

O post anterior pela Dani lembrou-me deste belo blog, que passo a apresentar - ”A tua amiga“. É o equivalente ao “O meu pipi”, mas em versão feminina. Até já tem um livro e tudo. Vale sempre a pena dar uma vista de olhos.

Apresento um Blog Amigo:

www.casaisrobustos.blogspot.com

 A última postagem do blog contem fotos dos participantes cinemáticos no Torneio da Sueca…Espero as fotos da passagem dos cinemáticos pela cidade para assim poder postar…

Achei interessante. E a música é gira.

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Não sei se gostam. Eu acho que é das melhores bandas actuais.

“Neon Bible” é o novo álbum deles e, apesar da responsabilidade que transportavam devido ao enorme sucesso de “Funeral” – o álbum anterior – não deixam os créditos em mãos alheias. Apresenta-se já, para mim, como um dos candidatos a álbum do ano de 2007.

Link para dl:

http://www.sendspace.com/file/2htmlu

Deixo aqui uma sugestão do Sr. Alex:

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Aceitam-se mais sugestões…

Pois é, infelizmente… Porque há quem tenha certos dons…

É que pegou moda, a dança…

Porque quem é bom, é bom.

Porque namorar para além de tudo é uma relção de amizade, partilha, companheirismo e confiança existente entre pessoas, ou seja, pessoas que se gostam de verdade e tem uma amizade,e visto reunirmos todas estas características, vamos lá: Jantar da Amizade – 14 de Fevereiro – Local e hora a confirmar…

Deixem sugestões… :)

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“Blood Diamond” é o novo filme de Edward Zwick, o consagrado realizador de filmes como “Lendas de Paixão”, “Coragem Debaixo de Fogo”, “Estado de Sítio” ou “O Último Samurai”, todos eles bem recebidos por público e crítica. Este último trabalho também teve forte impacto, comprovado pelos elevados números de bilheteira mundo fora, ou pelo reconhecimento de qualidades técnicas e artísticas (nomeado para as principais galas de prémios de cinema existentes). O director de fotografia é o nosso ilustre Eduardo Serra, que nos brinda com mais um excelente trabalho.

Para mim, é um dos já candidatos a filme do ano de 2007 (porque cá só estreou este ano). Fantástico a todos os níveis, “Blood Diamond” transporta uma mensagem moral de grande valor humanitário e opera sobre a materialidade das coisas e consequentes níveis de importância que obtêm sobre nós.

O filme passa-se no conflito civil de Serra Leoa, nos anos 90 e conta a história de um traficante de diamantes (Di Caprio), de um pescador (Djimon Honsou) e de uma jornalista em solo de guerra (Jennifer Connely). Djimon é Solomon Vandy, um pai honesto que se vê privado da sua família e forçado a trabalhar num campo de diamantes, onde, ocasionalmente, encontra um valioso diamante cor-de-rosa. Leonardo Di Caprio é Danny Archer, um mercenário sul-africano que ganha a vida a traficar diamantes “sujos” para a Europa. É na prisão que se cruza com Solomon e ganha conhecimento da existência de tão valioso diamante e, juntos, embarcam numa jornada em busca do diamante e da família de Solomon. Jennifer é Maddy Bowen, uma jornalista que ambiciona contribuir de alguma forma para o salvamento de milhares de vidas afectadas pelo conflito e cujo interesse pelo tráfico de diamantes sujos a leva a cruzar-se com Danny.

Mas “Blood Diamond” é mais do que um mero filme de acção. É um exercício de descoberta do que realmente predomina no ser humano. É a afirmação do que verdadeiramente interessa na curta experiência de vida que temos. Daí a força patente na incompreensão de Solomon ao aperceber-se que Danny não ambiciona um lar, nem tão pouco uma família, questionando desta forma o valor material das coisas. É uma jornada de auto-descoberta que todos percorrem, alterando as suas maneiras de estar com a vida, alterando os seus princípios e atitudes. É também um retrato do cenário assustador que tem preenchido África nas últimas décadas, cujos interesses económicos teimam em persistir acima de qualquer preocupação humanitária – muito bem iconizado com a personagem de um velho que se cruza com Solomon e Danny a determinado momento do filme, em que este afirma “Imaginem que tínhamos petróleo…” – e do resgate de milhares de jovens pelos guerrilheiros, com o intuito de os formarem militarmente, recorrendo ao uso de drogas e álcool, tonando-os autênticas máquinas de combate.

“Blood Diamond” é tudo isto e muito mais. É um filme de elevado nível moral, o qual aconselho vivamente ao vosso visionamento. É uma obra capaz de suscitar diversos estados emocionais e que vos vai pôr a pensar por um tempito nas imagens que acabaram de ver.

http://blooddiamondmovie.warnerbros.com/ (site oficial)

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O mais recente filme de Woody Allen aborda a temática da ambição jornalística e da predominância que a obtenção de um “scoop” (para nós equivalente à notícia de manchete – o exclusivo capaz de lançar uma carreira ou abanar um país) obtém sobre determinados valores morais e emocionais.

Scarlett Johansson é  Sondra Pransky, uma jovem jornalista disposta a tudo para obter a notícia desejada. Ian McShane é Joe Strombel, um consagrado jornalista que, após falecer, fica a par de um possível scoop. Dada a sua incapacidade física de se debater sobre o mesmo, decide ludibriar o rumo do processo pós-falecimento e aparece espiritualmente nas sessões de magia de Sid Waterman (interpretado por Woody Allen), durante um exercício de ilusão em que Sondra é “cobaia”. Hugh Jackman faz de Peter Lyman, o suspeito principal do tal scoop, que Sondra e Sid decidem começar a investigar.

A partir desta ideia, aconselho a ver o filme, que se trata da segunda obra de Woody Allen em solo britânico, embora desta feita num registo distinto de “Match Point”, regresando à comédia neurótica que o caracterizou como autor. “Scoop” é, assim, mais um exercício de raciocínio rápido, de comédia inteligente e de gargalhada inerente, num mundo imaginário em que tudo é possível e todo o pormenor é motivo de riso.

Para quem gosta de Woody Allen, “Scoop”, num cinema perto de si.

Deixo aqui os meus favoritos do ano transacto (porque em Fevereiro ainda é tempo…). Os melhores álbuns e os melhores filmes (para mim, claro).

Cinema

1. “Munich”, de Steven Spielberg

2. “Babel, de Alejandro Gonzalez Iñarritu

3. “Uma História de Violência”, de David Cronenberg

4. “O Fiel Jardineiro”, de Fernando Meirelles

5. “O Novo Mundo”, de Terrence Malick

6. “The Departed”, de Martin Scorsese

7. “Lucky Number Slevin”, de Paul McGuigan

8. “Children of Men”, de Alfonso Cuarón

9. “V de Vingança”, de James McTeigue

10. “Lady in The Water”, de M. Night Shyamalan

11. “Jarhead”, de Sam Mendes

12. “Infiltrado”, de Spike Lee

13. “World Trade Center”, de Oliver Stone

14. “Brokeback Mountain”, de Ang Lee

15. “Volver”, de Pedro Almodovar

Música

1. Cat Power – “The Greatest”

2. Koop – “Koop Islands”

3. Red Hot Chilli Peppers – “Stadium Arcadium”

4. Gotan Project – “Lunático”

5. Arctic Monkeys – “Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not”

6. Sérgio Godinho – “Ligação Directa”

7. The Kooks – “Inside In/Inside Out”

8. Gnarl’s Barkley – “St. Elsewhere”

9. Tv on The Radio – “Return to the Cookie Mountain”

10. Thom Yorke – “The Eraser”

11. Belle & Sebastian – “The Life Pursuit”

12. Incubus – “Light Grenades”

13. Audioslave – “Revelations”

14. Carlos Bica & Azul – “Believer”

15. Beck – “The Information”

Ora bem. Lançou-se para o ar a dica de fazermos todos uma mini-tatoo, que, de alguma forma, deixasse uma marca no nosso corpo de tudo o que passámos estes últimos 4 anos. Não há nada de mais pessoal em nós do que o nosso corpo e acho que seria uma recordação para a posterioridade.

A ideia tem estado a ser bem recebida e espero eu que se concretize.

Agora prende-se com um problema: Que raio de ícone será?

Aceitam-se sugestões.

Consiste num jogo de cartas, disputado entre duas equipas de dois elementos e é talvez o jogo  de cartas que mais estatuto ganhou na nossa sociedade. É muito frequente ser jogado nos vários lares país fora, nas várias quadras festivas, com e contra as pessoas que mais gostamos e que mais próximas nos são. É um jogo sério, de elevada exigência de concentração e também, como todo e qualquer jogo de cartas, um jogo de sorte. Um torneio desta “modalidade” reúne o convívio de vários jogadores da mesma, todos ambicionando o prémio máximo.  Há os que ganham e os que perdem.

Mas um torneio de sueca consiste em muito mais do que isso. Um torneio padroniza todas as vidas que em volta do mesmo giram. Temos os jogadores, os que acompanham carta por carta cada eliminatória e os que ausentemente, celebram vitórias e lamentam derrotas.

E este fim de semana em Casais Robustos serviu de mote para a compreensão do verdadeiro objectivo do torneio de sueca. Objectivo esse que, afirmando, é o de estimular o convívio (no verdadeiro sentido da palavra) de uma determinada comunidade. É garantir que durante o decorrer do torneio todas as pessoas envolvidas, implícita ou explícitamente, se relacionem umas com as outras, organizando as suas tarefas em função do cumprimento de tal objectivo.

Porque o torneio funciona como uma espécie de fio condutor de determinadas vidas, tal como num filme em que várias personagens giram em função de algo que os une. Como no “Crash” pelo racismo ou no “Babel” pela dor. Tem essa função catalisadora que serve de base para tudo o que acontece enquanto a sua duração.

E em Casais vi isso. Desde o momento em que cheguei ao momento em que parti. Um simples torneio de um simples jogo de cartas consegue-nos pôr no seio do que mais humano há nos nossos dias. A humildade das pessoas, o carinho envolvente, a alegria contagiante, a simplicidade presente, o despedir tristemente. Casais foi um constante exercício de oferta e recepção de tudo o que a vida tem de melhor para nos dar.

Obrigado Dani, pelo convite. Obrigado Casais, por tudo. E obrigado torneio de sueca.

Pois bem. Pensei começar isto com coisas engraçadas, tais como a definição de blog, a letra da mítica canção que dá nome ao blog, ou até um texto bem elaborado que deixasse qualquer visitante antever a presença assídua deste blog nos tops nacionais de qualidade bloguística.

Não é o caso. Por duas razões. Primeiro, porque não sei a definição científica do termo blog (nem me dei ao trabalho de procurar na web), porque não sei a letra da canção de cor e porque não tenho grande paciência para escrever. Segundo, porque este blog é para nós, cinemáticos. Porque o objectivo do mesmo é opinar sobre tudo e qualquer coisa que nos venha à cabeça. Seja o último filme que vimos, a música engraçada que ouvimos, as peripécias da noite anterior, o novo corte de cabelo de um qualquer de nós, a quantidade de vezes que frenquentámos a casa de banho num determinado dia, o magnífico almoço que não tivemos, deixar o aviso de uma promoção rentável do continente expirada na véspera, etc, etc.

Porque nós merecemos um blog. Merecemos expandir a nossa existência à web (o hi5 já aborrece um pouquinho e esta coisa dos blogs até pode ser gira).

Obrigado Edmundo Cordeiro. O grande visionário a quem devemos o nome do blog.

Obrigado cinemáticos. Divirtam-se. Fica esta foto para recordação (e incentivo à vossa participação).

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by Renúncias

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